Este fim-de-semana que passou (já estamos quase no próximo e eu a falar do anterior) vimos o filme Philomena.
Ao tempo que andava com vontade de ver este filme...
Claro, adorei!
Gosto sempre de filmes que, de uma forma ou de outra, retratam a vida real.
Apesar do filme ser um bocado paradinho, que tenho que admitir que sim, eram 2h e tal da manha e eu de olhinhos bem abertos e colada à televisão.
Fiquei com curiosidade de perceber daquela história o que foi real na vida da verdadeira Philomena e o que era ficção para dar mais um bocadinho de pompa ao filme.
Esta imagem marcou-me:
quarta-feira, 30 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Maternidade, outra vez
Lá veio o assunto à baila mais uma vez.
Este fim de semana fomos lanchar com a minha ex-futura-cunhada, com a irmã dela e o marido da irmã.
Entre por conversa em dia e contar outras banalidades que não interessam a ninguém mas tornam a conversa mais interessante, vem outra vez o assunto da maternidade para cima da mesa.
Em conversa com a P. (a minha ex-futura-cunhada) o assunto surgiu de uma forma pouco evasiva. Conversávamos sobre uma amiga dela e a P. diz-nos "Ela pergunta por vocês de vez em quando. Até perguntou se já não eram pais" Mas logo de seguida continua, o que me tranquilizou não ter que estar mais uma vez a justificar o porquê de ainda não o sermos. "Oh, eu disse-lhe que vocês ainda são muito novos e que têm tanto tempo para isso".
Acho que pela primeira vez, senti que alguém colocou o assunto em cima da mesa sem ser para que o discutíssemos entre amigos, e não apenas em casal como deveria ser. Surgiu de forma espontânea e foi-se embora no timming certo. Não me senti pressionada a falar sobre a nossa vontade e intenção.
Sou confrontada frequentemente com dois cenários completamente opostos.
Se por um lado, há pessoas que não percebem como é que eu e o Miúdo ainda não somos pais, há outras que nos vêm como miúdos e que atiram esse plano lá para frente por nós porque somos muitos novos.
Sinceramente, entre os dois extremos, prefiro o segundo.
E de facto somos novos e também, de facto, é um assunto que urge cada mais para nós!
Detesto quando as pessoas nos abordam com "Mas ainda não há bebés?", "Deixa para tarde e depois se alguma coisa corre mal, arrependeste", "Olha que o corpo da mulher recupera melhor quando é mais jovem", "Já tenho quase 60 anos e ainda não sou avô enquanto que a minha irmã com a minha idade já quase que pode ser bisavó", "Depois já estás velhas e com filhos na escola".
Por outro lado ouvimos também "Oh, não aproveitem agora a vida não, depois chegam aos 40 e parecem aqueles casais que não viveram nada na juventude", "Vocês são tão novos! Ainda têm que viver mais tempo juntos para amadurecer!" e etc. e tal.
Ok, concordo que qualquer destas frases sejam verdade. Tanto para um lado como para o outro. Mas o que não gosto e não percebo mesmo é a forma como abordam um assunto tão pessoal tão evasivamente.
Será que as pessoas não se tocam?
Não imaginam a quantidade de coisas que já ouvi.
É que há perguntas e perguntas e há relações de confiança diferentes que permitem fazer mais ou menos perguntas. Mas, normalmente, quem tem menos confiança é quem faz mais perguntas porque é quem também conhece menos da nossa vida.
P. estiveste espetacular! :)
Ah.... e só para que conste, temos 27 anos a caminho dos 28 este ano ainda. Se é cedo ou tarde? Só saberemos mais tarde, daqui por muitos anos quando já formos mesmo pais e olharmos para trás.
Este fim de semana fomos lanchar com a minha ex-futura-cunhada, com a irmã dela e o marido da irmã.
Entre por conversa em dia e contar outras banalidades que não interessam a ninguém mas tornam a conversa mais interessante, vem outra vez o assunto da maternidade para cima da mesa.
Em conversa com a P. (a minha ex-futura-cunhada) o assunto surgiu de uma forma pouco evasiva. Conversávamos sobre uma amiga dela e a P. diz-nos "Ela pergunta por vocês de vez em quando. Até perguntou se já não eram pais" Mas logo de seguida continua, o que me tranquilizou não ter que estar mais uma vez a justificar o porquê de ainda não o sermos. "Oh, eu disse-lhe que vocês ainda são muito novos e que têm tanto tempo para isso".
Acho que pela primeira vez, senti que alguém colocou o assunto em cima da mesa sem ser para que o discutíssemos entre amigos, e não apenas em casal como deveria ser. Surgiu de forma espontânea e foi-se embora no timming certo. Não me senti pressionada a falar sobre a nossa vontade e intenção.
Sou confrontada frequentemente com dois cenários completamente opostos.
Se por um lado, há pessoas que não percebem como é que eu e o Miúdo ainda não somos pais, há outras que nos vêm como miúdos e que atiram esse plano lá para frente por nós porque somos muitos novos.
Sinceramente, entre os dois extremos, prefiro o segundo.
E de facto somos novos e também, de facto, é um assunto que urge cada mais para nós!
Detesto quando as pessoas nos abordam com "Mas ainda não há bebés?", "Deixa para tarde e depois se alguma coisa corre mal, arrependeste", "Olha que o corpo da mulher recupera melhor quando é mais jovem", "Já tenho quase 60 anos e ainda não sou avô enquanto que a minha irmã com a minha idade já quase que pode ser bisavó", "Depois já estás velhas e com filhos na escola".
Por outro lado ouvimos também "Oh, não aproveitem agora a vida não, depois chegam aos 40 e parecem aqueles casais que não viveram nada na juventude", "Vocês são tão novos! Ainda têm que viver mais tempo juntos para amadurecer!" e etc. e tal.
Ok, concordo que qualquer destas frases sejam verdade. Tanto para um lado como para o outro. Mas o que não gosto e não percebo mesmo é a forma como abordam um assunto tão pessoal tão evasivamente.
Será que as pessoas não se tocam?
Não imaginam a quantidade de coisas que já ouvi.
É que há perguntas e perguntas e há relações de confiança diferentes que permitem fazer mais ou menos perguntas. Mas, normalmente, quem tem menos confiança é quem faz mais perguntas porque é quem também conhece menos da nossa vida.
P. estiveste espetacular! :)
Ah.... e só para que conste, temos 27 anos a caminho dos 28 este ano ainda. Se é cedo ou tarde? Só saberemos mais tarde, daqui por muitos anos quando já formos mesmo pais e olharmos para trás.
Kinder Gran Surpresa
Há dias cheios. Há outros que são vazios.
Este fim-de-semana tinha tudo para ser um fim-de-semana cheio. Acabou por ser vazio.
Tínhamos 3 maravilhosos dias pela frente. Só queria um bocadinho de mimo, carinho, alguma atenção. Afinal de contas, estava naqueles dias do mês em que uma mulher precisa de tudo de bom mais uma tablete de chocolate.
Há dias em que ficamos mesmo carentes!
Há dias que só queríamos um abraço apertado e um mimo.
Fiquei por aqui apenas:
Este fim-de-semana tinha tudo para ser um fim-de-semana cheio. Acabou por ser vazio.
Tínhamos 3 maravilhosos dias pela frente. Só queria um bocadinho de mimo, carinho, alguma atenção. Afinal de contas, estava naqueles dias do mês em que uma mulher precisa de tudo de bom mais uma tablete de chocolate.
Há dias em que ficamos mesmo carentes!
Há dias que só queríamos um abraço apertado e um mimo.
Fiquei por aqui apenas:
...and counting.
Pregnant Hitler
A propósito do segundo desenho de tema que estou a tentar fazer, andava à procura de imagens que me ajudassem e acabei por encontrar isto:
Eheheh, achei imensa piada e acho que já dá para perceber qual é a minha ideia.
Desenho da Semana e Eco Gumelo #7
Tema: Agora ou Ágora
AGORA a novidade cá em casa é os cogumelos. Ver o desenvolvimento deles. Estou sempre ansiosa para ver como eles estão. Por falar nisso, estou curiosa para ver como eles estão AGORA. :p
O que acham do desenho? Não estou muito confiante, mas acabei de ter uma ideia e acho que desta vez vou ter dois desenhos de tema em vez de um livre e um de tema, eheh.
E pelo que me parece no próximo fim de semana já vou ter cogumelos fresquinhos para comer.
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Eco Gumelo #4 e #5
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Eco Gumelo #2 e #3
Ontem à noite fui com o meu menino ao Teatro Sá da Bandeira ver os LX Comedy, minha prendinha de anos para ele. Gostamos imenso, rimo-nos até dizer chega.
Quando cheguei a casa a minha mãe disse-me para ir ver o cogumelo. Percebi logo que tinha de estar diferente. xD
Antes de sair de casa não tinha absolutamente nadinha, passado umas horas chego a casa e tenho isto tudo. :o
Hoje quando acordei e vi o cogumelo novamente fiquei de boca aberta.

É tão estranho tocar naquilo. Daqui a pouco tempo já tenho cogumelos, eheh.
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