sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Prós e Contras dos Cabelos aos Caracóis

Encontrei algo que descreve muito bem, e de uma forma engraçada o que pessoas como eu e a minha irmã, que têm cabelos aos caracóis, passam. É muito bonito, só que não é fácil. Mas eu ADOROOOO o meu cabelo, eheh.


















quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Hoje o jantar foi à luz...

...do Globo.
Estivemos a estudar globo para pensarmos nas férias enquanto jantavamos.
É tão agradável estar a descobrir "já viste onde fica o Sri Lanka?" e "sabias que há um país que se chama Tadjiquistão? E outro que se chama Quirquízia?"
Já aprendemos algumas coisas hoje.
Aprendi que a Gronelândia pertence à Dinamarca e com o "Quem quer ser milionário?" aprendi que New York já se chamou New Amesterdam.


Lizzie Velasquez

Lizzie Velasquez é uma jovem com cerca de 25 anos que tem um síndroma que não lhe permite engordar por mais que coma. No mundo só existem duas pessoas com este síndroma e não se sabe bem o que é. Foi chamada de mulher mais feia do mundo e foi vitima de bullying. No entanto, deu a volta e tem um ótimo sentido de humor. É uma história bastante interessante e uma valente lição.
Aposto que no final vão ficar a pensar na pergunta chave deste discurso.

Vale a pena ver e ouvir...

InterRail vs. Cuba

Para este ano queria muito uma destas duas férias: ou fazer um InterRail ou uma viagem para o outro lado do Atlântico.
Para mim estas são duas grandes viagens tendo em conta até onde já consegui ir.

Hoje estive a analisar os preços de uma viagem a Cuba em junho (porque é o mês em que eu e o Miúdo fazemos as nossas férias) e um InterRail. Cheguei à conclusão que o preço é o mesmo. Mas essa ideia eu já a tinha de uma forma mais generalizada.

Ao procurar informações sobre uma coisa e outra, fiquei a perceber que afinal quero muito mais fazer um InterRail que aquilo que pensava querer. No entanto, também gostava mesmo muito de ir a Cuba.

Por um lado este ano seria bom irmos a Cuba porque o país está a começar a abrir portas a algumas coisas americanas e europeias (por exemplo os carros) e eu gostava de conhecer Cuba na sua verdadeira essência do comunismo. Sim, não quero ir para Cuba para ficar uma semana esparramada numa espreguiçadeira junto a uma piscina ou  praia qualquer que apesar de maravilhosas, não tem assim tanto interesse cultural. Claro, o país não vai mudar assim tanto em um ano ou dois, mas mesmo assim, há qualquer coisa que nos chama naquela pequena ilha do outro lado do Atlântico.

Por outro lado, conheço tão pouco da Europa que queria percorrer sítios e mais sítios. O InterRail também é qualquer coisa que me pisca o olho. Gosto de andar de comboio, foi no comboio que "conheci" o Miúdo, foi no comboio que aprendi muita coisa com o Miúdo e com os nossos amigos enquanto íamos para a Universidade todos os dias... O comboio para mim é especial. A Europa também. Queria muito conhecer Amesterdão, Berlim, Copenhaga, Praga, Varsóvia, Auschwitz, Budapeste, Oslo, Viena e mais umas quantas.
No máximo podemos fazer um InterRail de duas semana e meia, considerando que tiramos 3 semana de férias e só descansaríamos durante uns 2 ou 3 dias antes de voltar ao trabalho, por isso, receio que não desse para grande coisa.

Depois vem o problema comum às duas partes: qualquer uma das duas estão condicionadas pelo facto de eu estar à procura de um novo emprego. Não posso marcar nada com muita antecedência, porque se o fizer e conseguir trocar de emprego, deixo de ter direito a férias. Assim sendo, o Interrail talvez seja a situação mais adequada porque (acho eu) que depois dos bilhetes comprados não temos data marcada para começar a viagem. Alguém sabe confirmar se é mesmo assim? Já agora, alguém que já tenha feito um Interrail e possa partilhar informações práticas? Ou conhecem algum testemunho na Internet que me possa ajudar?

Estou aberta a todas as sugestões!
Mas o que interessa é ir, seja lá para onde for!


Vs.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Às vezes páro para pensar...

...e até dá jeito.

Eu fui obrigada a parar para pensar no dia 31 de Dezembro.
A Jelly obrigou-me!

Na véspera de Ano Novo, estávamos a preparar-nos para um jantar com 20 e tal pessoas em casa dos amigos de Manchester (mas na casa portuguesa) e a Jelly foi para o jardim. Rebentaram foguetes e ela fugiu. Quando quase a apanhávamos, voltaram a rebentar foguetes e ela, como tem um medo que se pela deles, voltou a correr desenfreadamente.

Acho que foi a meia-hora mais longa da minha vida!
Fiquei tão triste mas tão triste que naquele momento preferia que me tivessem arrancado uma parte do meu corpo que me faltar a minha pequenina. Ela é uma filha... É a nossa companhia de todos os dias. É a alegria de entrarmos em casa e ter a receção mais calorosa que se podia ter (mais do que uma pessoa o conseguiria). Todos os dias! Sem se cansar de nós! Mesmo quando só vou à rua deixar o lixo à rua e volto. E estou-me nas tintas para quem pensa que um animal é um animal e que deve ser tratado de forma diferente de uma pessoa. Que se lixem mesmo! Ela é a nossa princesinha e já me ensinou algumas coisas que jamais pensaria aprender com uma cadelinha.

Foi um desespero não saber onde ela estava, ter a certeza que ela estaria muito assustada e com medo, e que se quisesses voltar ao sitio onde estávamos, não iria conseguir (provavelmente) porque não conhece as redondezas. Pedi a toda a gente que encontrei para me ajudar. Fui a um bairro de ciganos lá ao lado pedir-lhes ajuda.

Encontrei-a! Já bastante distante!

Nem imaginam o que senti!

Senti um "murro" no estômago, perdi as forças das pernas e uma alegria imensa.

Nessa noite não consegui deixar de pensar um único minuto em tudo o que aconteceu e nos 500 se's que criava na minha cabeça.

Percebi que afinal tenho tudo o que há de melhor no mundo.
Tenho um marido maravilhoso, o melhor do mundo, mesmo! Tenho uma Jelly que é a melhor coisa que apareceu na minha vida, a seguir à minha irmã. Tenho uma família com problemas, mas é a minha família e por isso é a melhor e tenho uns amigos fantásticos que sentiram as mesmas "dores" que eu quando a Jelly nos tramou. Basicamente, das coisas melhores da vida, tenho-as todas.

No fim disto tudo e há medida que a noite avançava, estava a fazer o balanço do ano 2013 e a pensar em redenção para 2014. Percebi que tenho que viver ainda mais.

Tenho que namorar mais.
Tenho que passear mais.
Tenho que parar mais (nos momentos pequenos mas grandes ao mesmo tempo).
Tenho que pensar menos.
Tenho que cuidar mais (principalmente do Miúdo, da Jelly e da minha irmã).
Tenho que arriscar mais.
Tenho que deixar este emprego que não gosto e que não me deixa realizada, mesmo que para isso vá para uma situação financeira não tão confortável.



Generalizando, entre outras coisas, em 2014 vou ter mesmo que:

  • Fazer a tal grande viagem
  • Deixar este emprego
  • Dar a conhecer o sentido de maternidade à Jelly (primeiro ela, depois eu - o relógio biológico dela anda mais rápido que o meu)
  • Aproveitar cada momento e deixar para trás as coisas menos importantes da vida

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ainda sobre o Natal

Nos dias antes do Natal andei ocupada com uma coisa que gosto muito e que cada vez me faz perceber que a minha vocação não está bem relacionada com a minha área de formação. Sou criativa! Tenho milhões de ideias! Crio!
E é o que gosto!

Antes do Natal andei a fazer coisas como estas para que a minha madrinha pudesse vendê-las na sua lojinha.





Há medida que o tempo passa sinto cada vez mais que a minha área de formação não tem assim tanto a ver comigo. Quando estudava, julgava eu que iria conseguir mudar o mundo e que apesar de me encontrar numa área muito orientada para os números, o processo criativo não precisaria de ficar limitado. A verdade é que fica! E quando cheguei ao mundo de trabalho, mais dura se tornou essa realidade. A desilusão total chegou ao final de 2 / 3 anos de trabalho na área em que eu pensava ser a mais criativa das possíveis em Economia ou Gestão porque trabalho com projetos, até que percebi que estes projetos afinal são sempre a mesma coisa. Detesto a monotonia!

15 Dias de Férias...

...que mais pareceram 2.
Como é que as férias passaram a voar?

Pelo menos o dia começou com uma boa notícia (pelo menos para mim é): uma amiga que é também colega aqui no escritório conseguiu finalmente uma oportunidade melhor e vai deixar a empresa no final do mês. Só espero que seja a primeira de alguns, dos que querem ir e não estão a conseguir.
Quem trabalha cá e não é encostado para a vida (e não falo propriamente em salário, mas sim em progressão de carreira, fazer coisas novas e mais aliciantes, ter novos projetos... essas coisas) compreende como me senti feliz por ela.

Boa sorte K.!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014