segunda-feira, 21 de março de 2016

Um fim-de-semana vale a pena quando...

  • estivemos com os amigos e perdemos a hora na conversa até os senhores dos bares apagarem as luzes para nos mandarem embora
  • estivemos com mais amigos na noite seguinte que deu para apagar aquela dor pequenina no peito por já não estar todos os dias da semana com essa pessoa desde logo as 08:30 da manhã até ao final do dia
  • vimos a nossa Jelly (the Beagle) a brincar e correr na relva com a outra puppy da família durante horas sem se cansarem
  • estivemos em família, mesmo depois de uma noite mal dormida, e mesmo assim ainda conseguimos apreciar o bom que temos
  • na segunda-feira de manha lavamos o cabelo e mesmo assim ele teima em cheirar a tabaco (ainda)
  • temos umas olheiras desde os olhos até aos joelhos porque foi até às tantas
  • chegamos a segunda-feira de manhã a parecer um vegetal esquecido no final do dia na secção de frescos do supermercado e que de frescos já não temos nada


Se tudo isto aconteceu, é sinal que a cabeça no fim-de-semana andou por onde deveria andar.



Aniversário da DG e das duas irmãs (trigémeas ;)
Saídas de um concerto de Grunge nos anos 90
(Não foi o mais importante do fim-de-semana, mas também foi muito)

Além disso, ter uma daquelas conversas difíceis, custa até a termos, mas é libertador depois de a termos. Mais pequena, agora que sabes, será tudo mais fácil.


Jelly Pearl

sábado, 19 de março de 2016

NOS ALive: Tenho uns amigos espetaculares

Agora coisas boas, noticias daquelas mesmo fixes!

No sábado passado vim para o escritório trabalhar. Estava exacerbada de trabalho. Tinha prazos a cumprir até terça-feira passada. No meio daquela aflição, liga-me o meu amigo PM e diz: "Olha, os passes 3 dias para o Alive estão a esgotar. Tenho 5 bilhetes reservados na Fnac. Queres dois?"

Siiiiiiimmmmmmm!

E já está!




Ansiosa por isto ao vivo!



E digam lá se não tenho uns amigos mesmo muito fixes - Acrescentou assim: Aluguei casa no AirBNB. Queres que veja se dá para acrescentar mais duas pessoas?

Espetacular mesmo! Assunto tratado!

:D :D :D :D :D

Jelly Pearl

sexta-feira, 18 de março de 2016

Care on Curry

Vou eu toda contente com o meu caril delicioso no meu tupperware (de vidro) para almoçar, a gaba-lo aos meus colegas, já a salivar...

...e o tupperware cai ao chão.

Hoje temos dia em grande!

Jelly Pearl

Às vezes Sorrimos e Rimos para não Chorar

Há dias em que bato mesmo no fundo e estes últimos têm sido alguns deles.
No entanto, fora de casa, consigo com que os piores dias sejam os que me sinto mais a 1.000, que pareço uma montanha de motivação e energia perante os outros.

Por vezes não me entendo. Acho que não é às vezes. Acho que é sempre!

Se por uma lado não consigo controlar a minha ânsia de querer sempre mais e mais, por outro, não sei lidar muito bem com os resultados que vou alcançado.

Será que sou a insatisfeita por natureza?

GOD, estou mesmo introspetiva!

Que mistura de coisas que vai na minha cabeça. Que barulho que ouço no silencio!

Ontem, depois de chegar a casa de um jantar divertido pensei: Não entendo! Quando bato no fundo é quando consigo estar completamente divertida, extrovertida, a mil, mesmo! E quando estou feliz, em pleno com com vida, fico apática, calma, sossegada... Não deveria ser o contrário?

Será que só me vou sentir bem quando tenho grandes lutas pela frente? Será que só me sinto feliz se houver uma parte de mim que está muito triste? Será que nunca me vou sentir feliz por estar feliz em todas as partes da minha vida?

É tão difícil crescer, querer ter uma vida adulta e lidar com problemas a sério...

Por isso, minha Mais Pequena, aproveita, mas aproveita mesmo que ainda ontem falei dos meus tempos de estudante com muito saudosismo... Aproveita antes que tenhas que viver a vida de um adulto de verdade... Como eu acho que só agora, ao final de quase 4 anos fora de casa dos pais acho que estou a viver.

***

quinta-feira, 17 de março de 2016

Estou a sofrer de assedio (from Macedonia)

Vai parecer anedota, mas a verdade é que eu acho que estou a sofrer de assédio no novo trabalho.
Vá, chamem-me convencida, egoísta ou até mesmo “com o rei na barriga” ou “deixa-me ver o teu caixote do lixo”.

E o assédio vem de uma pessoa natural da Macedónia. Sim, da Republica da Macedónia.
O problema é que essa pessoa é uma ela e tem idade para ser quase minha mãe. Não estou a saber lidar muito bem com esta situação.


Tenho que encontrar alguém com quem esteja um bocadinho mais à vontade para tentar perceber se ela é assim com toda a gente... ou melhor, com todas as mulheres.
A verdade é que tenho estado constantemente a desmarcar-me e ela a escolhe-me. Vem direta a mim e mesmo que eu esteja envolvida numa conversa qualquer, ela espera que eu termine, toca-me no braço e vem dali um “Hi!...”

Hoje estavam mais de 20 pessoas no anexo (o lugar onde almoçamos e lanchamos - o cumbibio, digamos). Eu entrei e fiquei na ponta oposta à dela. Não demorou 2 minutos e lá veio ela… Mal eu vejo aquele cenário a acontecer, chego perto da AV e meto conversa quase à bruta. Ela para ao meu lado, espera que eu acabe a minha brutalidade de intervenção e toca-me no braço. Lá veio o “Hi!...” do costume…


Não sei muito bem como lidar com a situação… Por um lado, lido melhor por ser uma mulher… Era bem mais difícil chegar a casa e partilhar com o Miúdo “Olha, há lá um gajo que anda em cima de mim…” mas por outro, nunca estive numa situação destas em que tenho que mostrar que “não jogo nesse team”. Aliás, tive uma vez, num bar, mas nessa situação é mais fácil. Basta um “Xau aí! Fui!” ou coisa que o valha.

Como perder 15 euros em 15 segundos

E quem não tem um Beagle, que arranje.



terça-feira, 15 de março de 2016

Voltar a sentir o frio na barriga e o coração a bater forte

(profissionalmente falando)

Comecei neste novo trabalho no dia 15 do mês passado e desde esse dia (vá, descontam-se os primeiros dias) parece que morri para a vida social. Hoje termina o prazo para um conjunto de trabalhos e projetos que tínhamos para apresentar. Quando fui contratada, a proposta vinha com a indicação ASAP.

Já não sentia esta sensação de desafio há mesmo muito tempo... Mesmo muito tempo...

E se penso: "São melhores as noitadas no escritório, comer pizza 4 jantares seguidos, vir ao sábado para a escritório das 10h às 21h, ficar um domingo à tarde a trabalhar a partir de casa (que se prolonga até às 2h da manhã), em vez do rico horário das 8:30 até às 17:30 com a certeza que as chatices que enfrentava eram coisas como um credor qualquer a cobrar qualquer coisa ou as intrigas normais de um escritório cheio de mulheres?"

Sim! É muito melhor!

Não sei viver sem me sentir desafiada e isso serve-me para tudo na vida.

Não me considero mulher de lutas fracas. Ainda que chore baba e ranho (agora, claro que não é profissionalmente falando, embora às vezes bem que apetecesse...) Feitiozinho da m3r&@!

Não sei viver sem sentir o frio na barriga por não ter a certeza se vou conseguir, se estou à altura, se vou atingir o objetivo. E normalmente atinjo! E ai se não atinjo!... Mau feitio!

Mas é por isso que só me sinto bem assim. Ainda bem que esta oportunidade apareceu! Ainda bem que eu aceitei! Ainda bem tudo! (pelo menos por agora!)

Já dizia um poeta muito conhecido do mundo futebolístico que é treinador e eu adoro-o, senhor Vítor Pereira:

Sempre na brecha, sempre à procura!


quinta-feira, 10 de março de 2016

Mikey's everywhere

Nova aquisição para o guarda-roupa de Viseu :D


Cada vez fico mais espantada com a quantidade de coisas que tenho do Mikey e da Minnie.
Adoro adoro adoro *-*