sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Nem sempre gostei do meu cabelo | "Dove Hair: Love Your Curls"


Hoje eu amo o meu cabelo, AMO MESMOOOO, apesar de ter dias em que me tira do sério. Mas quando era mais nova eu detestava-o. Era enorme, volumoso, sem caracóis e cada vez que chegava a hora de o pentear depois de tomar banho, só queria era fugir.
Adorava esticar o cabelo, além de não dar tanto trabalho e não doer ao pentear achava que ficava bem melhor e não tinha de usar trança ou um rabo de cavalo que mais parecia um espanador ou uma vassoura. Agora prefiro mil vezes o cabelo aos caracóis do que esticado.

Não são as situações piores, mas era o que tinha de fotos no pc.

Ah e para piorar a situação a minha mãe tinha o santo vicio de o pentear todos os dias antes de ir para a escola, ele já era volumoso que chegue então passar uma escova de cima a baixo todos os santos dias ajudava imenso, claramente.
Até que um dia mudei de cabeleireira (porque a antiga tinha um medo desgraçado de mexer no meu cabelo), e ela fez magia quando me cortou o cabelinho.

Magic, de um dia para o outro.

E porque que me lembrei de vir para aqui falar sobre o meu cabelo? Hoje encontrei um video da Dove em que mostra como maioria das meninas com caracóis não gostam do seu cabelo. Adorei o vídeo, e a forma como tentam mostrar ás meninas que devem aceita-los e usa-los da forma mais natural possível. Até porque acaba por ser uma característica nossa, pessoal, que nos torna diferentes e nos destaca da maioria. Eu sinto-me assim, e muitas pessoas vêm-me assim, em que o meu cabelo é uma das minhas principais características e que me define.


Hoje, não gosto de pensar que já odiei o meu cabelo.

Intrepid - O que me faltava para grandes viagens

Ontem descobri aquilo que será a base para os meus sonhos nos próximos tempos.
A prima do Miúdo que vive em Inglaterra está cá a passar uns dias e falou-me de uma "agência de viagens" que organiza circuitos turísticos, mas daqueles mesmo altamente, de cortar a respiração quando vemos os destinos.

Oh digam aí um destino daqueles mais remotos... Mandem...
Aparece lá de certeza, no mínimo com umas 5 combinações diferentes.

Por varias vezes já pensei pegar na mochila às costas, tirar duas semanas (que é o máximo que a empresa deixa tirar de cada vez) e ir para um destino mais longínquo à descoberta, mas a verdade é que, mesmo que se estude bem a viagem antes de partir, tudo o que inclua a deslocação de uma cidade para outra parece-me sempre mais difícil. Não conhecer os meios de transporte, o idioma (então em países como a China que nem o Inglês falam fora dos hotéis ou sítios mais turísticos) e perceber que, se alguma coisa foge dos trilhos, pode ser difícil de cumprir com o plano de uma viagem. Estes são motivos que me dão alguma insegurança para fazer, por exemplo, um circuito pelo México (desde a Cidade do México até a Yucatán), Índia ou China.
Outra coisa que pondero é a "habituação ao destino". Num circuito organizado, chegamos ao destino e entramos no ritmo "vira porca, venha outra" mas quando vamos por nossa conta e risco perdemos sempre muito tempo a cada cidade que se chega. Ou seja, o que se poupa por fazer as coisas à nossa maneira, perdemos em dias de viagem porque o mais provável será que necessitaremos de mais dias para ficar a conhecer as mesmas coisas do que com um guia.
Claro, a Europa para mim será sempre a exceção. Prefiro sempre ao meu estilo!

Já sou adepta do grupo português Nomad há algum tempo mesmo sem nunca ter viajado com eles. Os preços (que não os considero caros) não dão para mim. Mas já sonhei muito com eles.

Ontem descobri a Intrepid que tem 500 mil combinações (vá, claro, estou a exagerar, mas só para a China, por exemplo, tem 34 circuitos diferentes) e os preços que a mim parecem-me otimos (e mais razoáveis para a minha carteira). A viagem até ao destino e o respetivo regresso temos que a assegurar nós.


Falou-me a A. desta agência porque ela e o namorado inglês estão a pensar num circuito no México.
O namorada da A. já viajou duas vezes com esta agência, uma vez pela Ásia e outra pela América do Sul e para além de recomendar, disse que na segunda viagem faziam um grande desconto na segunda pessoa (oportunidade que não aproveitou porque não tinha ninguém que o acompanhasse naquela altura).

Por isso, nos próximos dias, nos poucos minutos que eu vá encontrando de tempo livre, vou estar certamente por lá a sonhar. Mas a sonhar bem alto.

E se é para sonhar mesmo a sério, aqui fica um circuito de 60 dias na América do Sul. E este não é o maior circuito...

Lima to Rio


Para ser mais realista, 7 dias no programa Machu Picchu Express por 765€.

Machu Picchu Express


Ou o Triângulo Dourado em 8 dias na Índia com direito a Taj Mahal e tudo, por 515€.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Focus on it



É que queria trabalhar concentrada, mas o foco está sempre a apontar para outro lado.
Temos o projeto pela "ladeira abaixo" por atrasos e eu só consigo pensar nas viagens que quero fazer, no amor que quero dar (nessas viagens principalmente) e nos livros que podia ler...

Definitivamente 3 coisas que nos definem...

Vá rapariga, concentração no trabalho, ok?

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Festa das Fogaceiras


E porque hoje é dia dela, mais logo já vai uma...


...Fogaça para quem não conhece. ;)

Insólito (o que uma senhora faz no facebook)

Na semana passada, num dia daqueles de trabalho em que nem os olhos tiro do monitor e do teclado para atender o telefone e depois de um período de 2 horas e meia seguidinhas a debitar informação para o computador em que mais parecia que ia pegar-me á pancada com ele, penso que tenho que parar 2 minutos só para beber um gole de água e encostar as costas à cadeira. "Ora deixa cá ver o que o pessoal manda aqui de bitaites no facebok".
Juro que era para ser mesmo 2 minutos.

Tenho uma amiga no Facebook de meia idade que não a conheço muito bem mas como ela não tinha muitos amigos quando me enviou o pedido de amizade, eu pensei "oh coitada, se calhar precisa de ajuda nos candy crush's da vida." e aceitei.
De facto era mesmo isso. A nossa interacção resume-se a envio de vidas e bilhetes de comboio virtuais no candy.
Começo por ali abaixo no mural e dou de caras com as partes intimas desta senhora à mostra.
Mas quando digo parte intimas, quero dizer mesmo uma foto com uma mamoca e outra foto com uma parrachita. Mesmo!

"What?", "A mulher está doidinha de todo", "não acredito!", "Isto deve ser uma daquela imagens que é outra coisa qualquer e a intenção é levar as pessoas a pensar que estão a ver as partes intimas"

"Fdx, D., chega aqui que das duas, uma: ou eu não acredito que a senhora teve coragem disto ou então não estou a conseguir entender nadinha de nada destas tais imagens que tem duplo sentido"

(D. quase gregou!)

E pergunta-me ela:
- E quanto likes essa porcaria já tem?
-Só o dela!

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Conclusão da história:
A senhora certamente queria enviar as fotos para alguém em mensagem privada ou coisa que lhe valesse a sua privacidade, mas como não deve ser muito havida para as tecnologias, acho que lhe correu mal. Demorou ainda uns 15 minutos até conseguir eliminar as fotos.

Conclusão da conclusão da história, que é como quem diz, perguntas existenciais que permanecem na minha cabeça:
-Porque é que a senhora queria enviar fotos das suas partes intimas?
Ok, pode estar aí com um flirt qualquer... Queria provocar um senhor de meia idade também... Ou até quem sabe um moço...
-Mas fotos sem qualquer contexto erótico, só uma mama e levas lá disto?
Se calhar não tem muito jeito para a fotografia...
-E o que leva uma senhora com mais ou menos de 50 anos a comportar-se como uma miúda de 15 e irresponsável?
Para esta não sei mesmo a resposta. Mas é triste que uma senhora se comporte assim... Ou se sujeite a isto...

(Ou se calhar, ela queria apenas mandar as fotos para o ginecologista para rastreio... Vou tentar convencer-me desta para deixar de pensar no assunto...)

Lembram-se dos 2 minutos de intervalo? Passaram para 40.


domingo, 18 de janeiro de 2015

Férias na China?

Há 2 dias dizia impossível!



Agora digo impossível menos um bocadinho!
Não está dentro do orçamento, mas também não está assim tão fora.

Só vai ser preciso convencer o Miúdo (easyyyy) e arranjar algum money extra (haaaard).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015