Na sexta-feira passada sai do trabalho com uma fome de leão e com uma vontade de cozinhar de uma cigarra.
Fomos às compras e depois decidimos cometer um atentado ao nosso orçamento familiar. Sim, para nós, atualmente, um jantar fora torna-se numa pegada gigante difícil de tapar...
Mas já me apetecia uma francesinha há imenso tempo...
Já toda a gente conhecia o Tappas Caffé na praia da Madalena, Gaia, menos eu e o
Miúdo.
Lá fomos.
Ir sem reserva só para quem for doidinho como nós. Chegamos lá às 21:35 e esperamos por mesa até às 22:30. Mas aquele cheirinho que andava no ar...
Achei o sitio muito engraçado e agradável. Não é um local sofisticado, para conversas calmas e a meio
baixo tom? Não! É um restaurante com barulho, mas do bom. Ele era gargalhadas, pessoal a cantar, empregados bem dispostos, pessoal em despidas de solteiros...
Gostei mesmo da decoração do restaurante. Tem milhentas coisas antigas, algumas delas iguais às via e às vezes ainda vejo por casa da minha avó. Como começamos a comer já perto das 11h da noite, não conseguia raciocinar para tirar uma fotografia de jeito. Mas tinha uma bicicleta estilo pasteleira na parede, uma mota no meio do restaurante, televisões e rádios do tempo dos meus avós e uma parafernália de gambiarras antigas.
Servem muito rápido. Foi o que nos valeu.
A francesinha é feita no forno a lenha e cria aquela combinação que eu adoro, que só os fornos a lenha conseguem, o queijo derretido e misturado no molho que criam uma pasta mais espessas.
Ai adoro, adoro.
O molho não é dos melhores, mas é bom. O interior da francesinha era ótimo e o bife era qualquer coisa de comer e chorar por mais. No conjunto, a francesinha estava muito boa.
Claro, que nestas situações, a fome ajudar 258%.
No final, junto com o café trazem para a mesa o xiripiti nesta espécie de galheteiros (com e sem álcool) que achei uma ideia engraçada. Quanto ao xiripiti, não posso dizer grande coisa porque não bebo bem sei apreciar bebidas alcoolicas. O miúdo disse que era bom.