terça-feira, 26 de agosto de 2014

I'm an Artist

Dois antiguinhos que também gosto muito, foram mesmo dos primeiros do 10º ano, ainda em tamanho A4.

Livre


Tema: Outonos


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Tenho uma cadela que mama na patinha

E para quem não acredita, voilá.

#nofilter

A propósito das Malditas Heranças

O blog Pais de Quatro anda em divagação sobre o tema heranças e eu tenho acompanhado mas de "longe".
Cada vez que tento escrever um comentário, acho que excederia o número de caracteres permitidos.

Este é um assunto que me dá a volta às tripas porque já me morderam os calcanhares.

(grande frase! - Ou não)

Não me dou às dores por me sentir lesada num processo de partilhas. Os meus pais cá andam como jovens, a minha irmã e eu ainda não vemos esse cenário nem perto nem longe, se o víssemos, não nos chatearíamos por nada disso até porque, o património dos meus pais resume-se quase a umas colchas para a cama de casal e essa mesma cama que têm desde que casaram há quase 30 anos.

Mas quando digo que já senti os calcanhares mordidos tem a ver com pessoas próximas, principalmente os casos das minha avós, ambas com muitos filhos (uma com 6 e outra com 8).

É triste que todos os filhos tenham que ser iguais perante a lei. É triste que numa família de 8 irmãos, apenas 4 se cheguem para cuidar da sua mãe, sendo que duas dos restantes já não sabem absolutamente nada sobre a sua mãe há mais de 10 anos (e uma mora na mesma rua a 200 metros e outra a 2 Kms).

O Direito não vê histórias. Mas também não vê factos.

E devia ver porque herdar o que é dos pais, não devia ser um direito mas sim um agradecimento e recompensa pelo trabalho. Como qualquer outra coisa na vida.

Por isso cá vai uma história.

Uma senhora ficou viúva há mais de 30 anos. No ano após perder o marido, perde um dos seus 8 filhos com 18 anos num trágico acidente de mota à porta de casa.
Essa senhora luta desmedidamente para dar a carta de condução a cada um dos filhos, cria condições para que cada um deles consiga ter o seu próprio negócio com excepção de um deles que, pela morte do irmão (mais próximo) desenvolveu gaguez e uma série de problemas psicológicos (eu atrevia-me a dizer psiquiátricos mas que não foram tratados como tal). Sim, este era o orgulho da senhora: deu carta de condução a todos os filhos e todos tinham trabalho.

Viúva e sozinha, não muito diferente da época antes da morte do marido que emigrou para a Venezuela e vinha cá para visitar a mulher e lhe deixar mais um filho na sua barriga, continuou a trabalhar.

Trabalhou sempre, mesmo depois de lhe ter sido diagnostico problemas cardíacos, depois a osteoporose, e mais tarde até mesmo um cancro nos intestinos. Ah... Sim, esqueci-me de referir qual era o seu trabalho. Era vendedora ambulante de frutas, legumes e mercearia e como o seu trabalho permitia grandes horas de lazer, tinha como hobbies os trabalhos agrícolas, cuidar de porcos, vacas, coelhos, galinhas e às vezes patos e porquinhos da índia.

Aos 78 foi submetida uma cirurgia para remover o maldito cancro que apareceu nos intestinos mas ao final de uma semana, com alguns pontos ainda, lá andava ela na sua faina: animais, campo, trabalho, animais e dormir.

Infelizmente aos 80 anos começamos a ouvir:
"Tive 8 filhos, dei carta a todos e consegui por todos a trabalhar..."
"Tive 8 filhos, dei carta a todos e consegui por todos a trabalhar..."
"Tive 8 filhos, dei carta a todos e consegui por todos a trabalhar..."

E a história repetia-se mas cada vez mais curta. Até que rogamos pragas ao maldito Alzheimer por ter nascido e ter vindo dar o nome a esta doença (claro, eu sei, que se não fosse ele, ...)

E é assim. Hoje, com 83 anos, e todo este historial. É assim que quatro dos seus filhos cuidam desta senhora que durante anos e anos não esboçou um sorriso porque era dura demais para isso, até para um sorriso.

Os outros 4?
Um filho ficou lá trás na história...
Duas filhas há mais de 10 anos que guardam a melhor das recordações da minha avó, uma mulher cheia de vida e força (essencialmente para trabalhar e fazer crescer o património que estas vão herdar). Não sabem mais nada porque ouve uma dita bruxa/cartomante/qualquer-m*rda que lhes disse que a minha avó lhes queria muito mal... Mentes fracas!
E o outro, infelizmente mostra agora que os problemas psicológicos (volto a reforçar psiquiátricos na minha opinião) não ficaram resolvidos e impedem-no de ver as coisas como um homenzinho.

E é assim, na hora em que aquele coração fraquinho não conseguir resistir mais ao senhor Alzheimer, às tromboflebites e aos desgostos que carrega naquela alma, todos se apresentam para dividir as 16 galinhas que ainda restam à minha avó. 2 galinhas a cada um. Mas como um dos filhos se adiantou e já cá não está, e como a sua herdeira seria a própria mãe, ainda haverá duas galinhas que vão ter que ser distribuídas pelos restantes sete irmãos.

Temos que averiguar o preço por Kg dos peitos, coxas e miúdos para fazer uma distribuição tão equitativa quanto a nossa lei obriga.

Não importa quantas canjas de galinha cada filho deu a comer à sua mãe depois desta estar desabilitada a cozinhar...


domingo, 24 de agosto de 2014

Esta Noite, Toledo

Esta noite ficamos em Toledo, amanhã seguimos viagem até Benidorm.

Domingo à Jelly

Tenho a pequena doente.
Credo! Que aflição!
Sexta-feira à noite fez xixi com sangue.
Não consegui dormir quase nada de sexta para sábado.
Sábado de manhã outro xixi igual.
Vet.
Infecção urinária e antibiótico para uma semana.
Não sei como será um dia com filhos. Estava numa aflição porque não conseguia entender o que a Jelly me tentava dizer com os seus olhinhos tristes e com os seus pequenos choros e guinchinhos... Não quero imaginar a aflição de uma mãe com um bebé ao colo e a chorar desmedidamente sem que ambos se consigam entender.
Hoje dia calmo e de repouso. A Jelly (e eu) merece.
É impressionante como se pode desenvolver um sentimento imensurável por uma criatura tão tontinha...



sábado, 23 de agosto de 2014

Ai Ai Ai Férias

Desde os meu 10 ou 11 anos que a minha tia M e o meu tio Q, pais da minha prima L, me tem levado de férias com eles. Vamos sempre na ultima semana de Agosto e primeira de Setembro, ou seja, é já, já amanhã. :D
No início éramos imenso, chegamos a ser 21 ou 22, junto com uns irmãos e família do meu tio Q. Depois passamos a ser só 10, com apenas um irmão do meu tio e a família, que também é como se fosse meu tio.
Nos dois últimos anos, fomos só os 4, este ano já vamos novamente com o irmão do meu tio que é como se fosse da minha família também, mas este ano há mais um elemento, o meu primo N.

Tenho tantaaaaa sorte, se não fossem eles não conhecia metade do que conheço hoje, provavelmente tinha saído do país talvez umas duas ou três vezes.

Este ano o destino é Benidorm. 

(Imagem retirada da Internet)

Estou ansiosa, a minha irmã diz que é muito parecido com Palma de Maiorca e Tenerife, dois sítios que gostei muito.


Os locais para onde já viajei com eles foram:
  • Palma de Maiorca
  • Barcelona
  • Tenerife
  • México - Cancun
  • Torremolinos
  • Madrid
  • Bulgária -  Sunny Beach
  • Marrocos (Saïdia) - Fomos a Gibraltar de lá
  • Marina D'Or
  • Paris
  • Brasil - Rio de Janeiro e Angra dos Reis


Desenho da Semana

Este é bem antiguinho, ainda do 10º Ano mas é dos meus favoritos.
Tema: Nevoeiro


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

É a 5 euros! Tem pró menino e prá menina!

Ontem fui eu que arrumei a roupa depois de passada a ferro.
(Normalmente, eu passo e ele arruma enquanto passo mais a última camisa... e só mais uma camisola que também deve dar jeito... E já agora estas calças que ficam bem com esta camisola...)

Enquanto passava dizia-lhe:
-Olha, um dia destes vou deixar de passar as tuas t-shirts... Tanta t-shirt, tanta t-shirt!...
(Enquadramento: estivemos de férias e a coisa saiu da normalidade porque usou muitas t-shirts e zero camisas. Como é óbvio é preferível passar t-shirts, mas só estava a pegar com ele)
-É, vê lá se queres que vá agora aprender...
-Tens que começar a levar para casa da tua mãe... (private joke por causa de uma colega do trabalho..)

Fui guardar a roupa, também para sair da normalidade, e no final vejo este cenário:


Contei-as ao-de-leve. 28
Fora pólos, camisolas que se guardam de recordação (dos concertos, festivais, bandas, universidade...) e as camisolas do futebol.

Só usa t-shirt ao sábado e domingo e nas férias.

Reação telepática da Jelly ao meu pensamento:

Deixa pra lá isso! Eles falam mas são piores que nós...